Danielli Yuri

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Danielli Yuri

A judoca Danielli Yuri, de 24 anos, é uma das atletas que representarão o Brasil na Olimpíada de Pequim. Descendente de japoneses, ela disputa na categoria até 63 quilos, peso meio-médio, e por isso não pode descuidar da alimentação. "Estou sempre de dieta para me manter nesta categoria. Não posso engordar um grama sequer. Então, apesar de comer de tudo, tenho sempre que me policiar. Eu adoro comer!", assume a atleta.

Danielli participou dos Jogos Pan-Americanos no Rio de Janeiro, em 2007, e conquistou medalha de prata. A judoca ainda foi a representante brasileira no Mundial do Rio, mas ficou com medo de não conseguir uma vaga nas Olimpíadas, pois em duas competições na Europa, no início deste ano, a nipônica venceu apenas uma luta. E elas serviam como seletiva para o time brasileiro. Mesmo assim, Danielli Yuri foi a escolhida e teve um treinamento especial para ir a Pequim.

Com 1,60m, a jovem que mora com amigas e tem família no Japão, garante que vai dar o máximo de si nas lutas em Pequim. "Independentemente de ganhar ou perder, quero voltar de lá certa de que fiz o meu melhor. Com a consciência tranqüila", diz.

ENTREVISTA AO CYBERDIET

Em entrevista ao CyberDiet, Danielli admite que come de tudo, mas tem o acompanhamento de uma nutricionista da Confederação Brasileira de Judô. "Ao todo, faço cinco refeições por dia. Tudo muito equilibrado", garante a atleta, que participa de competições desde os seis anos e afirma que sua principal vaidade é pintar os cabelos toda vez que vai ao Japão. "Da última vez, ele veio meio laranja, nem lembro".

Quais são seus hábitos alimentares?

Como de tudo, como qualquer atleta. Tenho o acompanhamento de uma nutricionista da Confederação Brasileira de Judô. Ao todo, faço cinco refeições por dia: café da manhã, lanche, almoço, lanche e jantar. Tudo muito equilibrado.

Como é sua rotina de treinamentos?

Treino em três períodos diários, cerca de cinco horas no total. Acordo às 7h para o primeiro treino tático, que começa às 8h. Às 10h, tem a parte de corrida e musculação. E volto ao tatame às 16h para o treino técnico.

Quando você começou no esporte? De onde veio a vontade?

Comecei bem pequena, por influência do meu pai, que é professor de judô no Japão. Morei lá muitos anos, até decidir voltar ao Brasil para tentar a vaga na seleção em 2005. Participo de competições desde os seis anos.

Teve algum preparo especial para a Olimpíada de Pequim ou só intensificou um pouco os treinos? E quanto à alimentação?

O cuidado com a alimentação nesta época que antecede os Jogos Olímpicos, sem dúvida, é maior. Evito principalmente as gorduras. O treinamento mudou pouco. A grande diferença é a atenção com as adversárias. Temos lutas de todas elas gravadas e o trabalho agora é estudar os movimentos das rivais.

Quais são suas expectativas para Pequim? Está muito nervosa?

Vou para Pequim pensando em dar o máximo de mim. Independentemente de ganhar ou perder, quero voltar de lá certa de que fiz o meu melhor. Com a consciência tranqüila.

Já fez alguma dieta?

Estou sempre de dieta para me manter na categoria até 63 quilos. Não posso engordar um grama sequer. Por isso, apesar de comer de tudo, tenho sempre que me policiar. Eu adoro comer!

Que tipo de comida você não deixa fora do seu cardápio?

Carboidratos, que são fonte de energia, muito importante para o atleta.

Já fez alguma cirurgia plástica?

Não fiz, mas faria no meu nariz.

Quais cuidados básicos você tem com sua saúde e estética?

Passo cremes no corpo quando lembro (risos). E meu cabelo muda de cor sempre que volto do Japão. Está sempre diferente. Da última vez, ele veio meio laranja, nem lembro.

Acredita que o esporte no Brasil tem o destaque necessário ou é preciso mais espaço na mídia para outras modalidades?

O judô brasileiro vem crescendo demais. Antigamente, os atletas eram muito bons, mas não havia um trabalho forte fora. Agora temos bons dirigentes que nos dão melhores condições. Mas o esporte olímpico como um todo deveria receber mais atenção dos patrocinadores.

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