Luciana Mello

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Luciana MelloLuciana Mello

Com 1m86 de altura e cabelos black muito bem cuidados, Luciana Mello chama a atenção por seu visual. A cantora tem tendência a engordar e tem alguns casos de diabetes em sua família, então, ela cuida bastante da saúde. "Eu me cuido muito bem, sou muito chata para esse tipo de coisa. Eu penso que Deus me deu só uma vida para eu cuidar muito bem dela",

declara.

A filha do cantor Jair Rodrigues e irmã do músico Jair Oliveira, o Jairzinho do "Balão Mágico", está em uma nova fase da carreira. Luciana deixou de lado uma grande gravadora e lançou um CD por selo independente. "Agora eu coloco muito mais a mão na massa, é muito mais legal", diz. A cantora também aproveita a família de artistas para realizar muitas parcerias musicais.

ENTREVISTA AO CYBERDIET

Em entrevista ao Cyber Diet, Luciana Mello conta ainda que começou a praticar balé aos cinco anos de idade, fez vários tipos de dança e até natação, mas sua preocupação nunca foi simplesmente com a estética. "Eu sempre fui completamente fora do padrão. Negra, alta, cheinha. Se eu não tivesse uma família tão incrível, eu acho que seria uma pessoa cheia de traumas", afirma.

O que você costuma comer?

Eu costumo comer coisas saudáveis, mas não tenho horário. Como a hora que dá, porque minha vida está muito corrida. Mas sempre tomo café-da-manhã, almoço e janto. Se tenho tempo, como uma fruta no intervalo das refeições. Se não der tempo, fico bem assim mesmo.

Qual tipo de comida você não deixa fora do seu cardápio?

Várias coisas, entre elas, salada e água. Bebo água o dia direito, mais de dois litros por dia. Eu procuro sempre comer direito. Como eu controlo alimentação há muitos anos, percebo o que eu posso comer e o que não posso. Por isso que faço exercício, para poder comer o que eu quero. Mas mesmo assim tenho que controlar.

Você se exercita?

Eu faço treino de kickboxing há 5 anos e há um mês comecei aulas de tênis. Estou adorando, mas não sei jogar nada (risos).

Qual é o seu peso e sua altura?

Tenho 1m86 de altura. Meu peso? Não sei, não me peso, não sei por quê. Prefiro olhar pelas minhas roupas!

Já sofreu algum preconceito por ser alta?

Sempre fui grande. Claro que tem aquela fase dos 13, 14 anos, que a pessoa dá uma esticada. Sempre fiz esporte, então, quanto mais alta a pessoa for, melhor ela é. Nunca sofri preconceito não.

Já fez alguma dieta?

Faço dieta minha vida inteira, porque eu tenho tendência a engordar. Não sou desesperada nem nada disso, só tomo conta. Mas não por causa de estética e sim por causa de saúde. Por causa do meu trabalho, tenho que ter um condicionamento físico bom. Sempre gostei de fazer esporte, dança e, claro, a estética vem em decorrência disso. Eu engano porque sou muito alta. Tenho uma vantagem de ser muito proporcional. Quando eu engordo, engordo tudo junto, perna, quadril, braço. Eu me policio muito, tenho problema no joelho, então, não posso engordar porque fico muito pesada. Eu tenho que me sentir bem disposta.

Quando você começou a fazer dança?

Eu comecei a fazer balé com cinco anos e fiz até os 15. Nesse meio tempo, também fiz jazz. Com uns 14 anos, eu comecei a fazer street dance e parei há pouco tempo.

Quando você começou a se cuidar?

Na adolescência, quando tinha uns 13 anos, naquela fase crítica. Comecei a fazer dieta e minha mãe sempre me ajudou. Ela sempre policiou a dieta em casa, porque a gente tem caso de diabetes na família.

Quando você era mais nova, fazia exercícios só para cuidar da saúde?

Você só pensa na saúde quando é mais velha. Nenhuma menina vai pensar em saúde quando tem 12, 13 anos. Pensa na paquera, na amiga. Tem gente que não amadurece nunca, envelhece e continua pensando na mesma coisa. Mas quando você amadurece, vê que os valores são diferentes. Quando a pessoa é mais nova fica "ah, não queria ter essa espinha, não queria ter esse corpo". Quando fiquei mais velha, entendi tudo isso, que estética não significa tudo. Por isso que acho que hoje em dia a luta contra esse culto à beleza é importante, porque influencia as meninas mais novas. Elas vêem isso e acham que têm que se encaixar no padrão de magreza. Eu sempre fui completamente fora do padrão. Negra, alta, cheinha. Se eu não tivesse uma família tão incrível, eu acho que seria uma pessoa cheia de traumas. Isso é uma coisa muito séria. As famílias têm que ter muito cuidado com essas adolescentes.

Já fez alguma cirurgia plástica?

Nunca fiz. Agora nesse momento da minha vida não faria. Não sou contra, mas por enquanto não faria não. Por enquanto, consigo consertar as coisas que eu não gosto em mim com malhação. Mas não sou contra não. Se chegar uma hora que eu precise, não sei. Tenho um pouco de medo de entrar na faca, me dá um desespero quando vejo aqueles programas que mostram como são feitas as cirurgias plásticas. Fico pensando: "é assim que faz? Melhor ficar na minha mesmo." (risos).

Quais são os cuidados básicos que você tem com sua saúde?

Eu me cuido muito bem, sou muito chata para esse tipo de coisa. Eu penso que Deus me deu só uma vida para eu cuidar muito bem dela. Eu não bebo quase nada, só socialmente. Aliás, nem socialmente bebo direito, é uma taça de vinho e olhe lá! Faço exercícios aonde eu estiver, levo minha corda na mala para me cuidar em hotel. Bebo muita água, faço check-up geral no médico pelo menos a cada oito meses. Eu me policio muito e procuro me conhecer muito também. E qualquer coisa eu já vou ao médico. É uma educação da família. A gente tem que se policiar e ver se está tudo bem, justamente por causa dos casos de diabetes. Qualquer sintoma, já vamos ao médico. A gente paga plano de saúde para isso mesmo, não é verdade?

Como cuida dos cabelos?

Eu sou muito prática. Então, se tiver que demorar muito para fazer algo, não quero. Quando eu usava trança, demorava muito. Tinha que secar, arrumar. Quando eu deixei meu cabelo black, achei que iria demorar muito também, dar muito trabalho, mas não é complicado. Tenho os cuidados básicos, como passar creme, usar o xampu certo. Tem que tomar cuidado para não quebrar, porque cabelo negro é armado, mas é muito fino, ressecado. Tem que pentear no banho e usar os cremes certos.

Você já teve muitos estilos diferentes de cabelos. Gosta de mudar muito?

Eu sou aquariana, eu mudo sempre, nunca estou parada. Quando me olho no espelho e acho que é hora de mudar, eu mudo. Antes, por causa da gravadora, eu não podia mudar. Agora que estou sem, eu posso. Já quis mudar na época da gravadora e não pude. Eu usava trancinhas e não pude tirar, porque as fotos de divulgação eram com o cabelo assim e o videoclipe também. Então, precisei manter o cabelo por dois anos. Mas hoje em dia, tenho a vantagem das pessoas já me conhecerem de tudo quanto é jeito, então, posso mudar à vontade.

Você fuma?

Graças a Deus não. Tenho alergia a fumaça, detesto cigarro. Isso faz um mal à saúde incrível. Estava lendo no jornal que querem aumentar o preço do cigarro e eu apoio. É um mal tão grande com a saúde. Tudo bem que é um vício, mas para que começar?

Mudaria alguma coisa em seu corpo?

Faça essa pergunta para qualquer mulher que eu quero ver a resposta. São todas iguais! (risos). Nunca ninguém está 100% feliz. Eu sou muito "ok" comigo. Sou muito feliz com meu corpo, altura, cabelo. Tenho saúde e é isso que importa. Mas lógico que eu penso, "essa barriguinha podia não estar aqui, essa gordurinha poderia sair". Mas sou feliz comigo, não encano. Tento melhorar, me exercito, faço abdominais.

Como é lançar um CD por um selo independente?

Ser independente é muito trabalhoso. Você mata três leões por dia. É um trabalho muito difícil, tem que saber muito bem o que quer. Senão, não adianta nada. O trabalho da gravadora é importante para quando as pessoas estão começando e não sabem muito bem o que querem. Quando a pessoa sabe, é mais complicado estar em um lugar onde as opiniões divergem tanto. Mas essas fases que passei foram todas bacanas e muito válidas como experiência de vida. Como independente, eu conto com a boa vontade das pessoas e vejo que elas têm boa vontade comigo, apóiam meu trabalho, gostam, divulgam. Coloco muito mais a mão na massa, é muito mais legal.

E como é ter uma família de músicos? Realizam parcerias?

É maravilhoso! O meu irmão, Jair Oliveira, é meu produtor de sempre, que eu mais me identifico. Meu pai, Jair Rodrigues, é um grande músico, uma enciclopédia da música brasileira. Quando a gente quer uma informação, ele sempre tem na ponta da língua. Minha mãe toma conta de todos nós, esses artistas loucos (risos). Graças a Deus, tivemos essa oportunidade de estar em uma família de músicos.

Quais são seus planos para o futuro?

Eu estou trabalhando ainda no CD "Nêga", que foi lançado no meio do ano passado. Ele foi lançado há pouco tempo também no Japão. Estamos trabalhando bastante para fora do Brasil. Tenho um projeto também com o Jair Oliveira, "O samba me cantou". Planejamos há anos e as carreiras nunca batiam. Desta vez, conseguimos, estou me dividindo em duas.

Está comprometida?

Sou casada há três anos com o fotógrafo Ike Levy.

Pensa em ter filhos?

Claro, sempre pensei. Minha família é grande.

Você pretende ter algum cuidado especial com a estética quando engravidar?

Na verdade, o artista tem que ter uma preocupação com estética, pois acaba tendo uma influência nas pessoas. Eu penso um pouco nisso. Confesso que não é uma grande parte da minha vida. Afinal, eu trabalho com música e o importante são minhas canções e minha voz, é o que eu faço para o público. Estética é uma conseqüência. É claro que a gente cuida da imagem, não vou desencanar porque é importante também. Mas quando eu for ter filhos, vou pegar dicas com minha cunhada (a atriz Tânia Kalil), que acabou de ter um (risos). É cuidado de mulher, quero ficar bonita, para mim, para o meu marido.

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