Marcelo Dourado

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Marcelo Dourado

O lutador Marcelo Dourado conquistou uma legião de fãs com sua participação no Big Brother Brasil 4.

O jeito simples e moleque não corresponde às muitas atenções que Dourado tem quando o assunto é alimentação e condicionamento físico. Nesse assunto ele não faz brincadeiras, come a cada três horas e sempre prefere alimentos naturais e muitas frutas.

ENTREVISTA AO CYBER DIET

Como é a sua alimentação normalmente?

Não é nada controlada, mas como muito bem e sempre me alimento de três em três horas.

Tem alguma preocupação com a escolha dos alimentos?

Tenho muita preocupação, mas não pela vaidade e sim pela saúde. Dou sempre preferência para produtos naturais, frutas sempre orgânicas e nada de transgênicos. Não sou rato de laboratório para fazerem experiência comigo.

Então você tem atenção especial com a sua alimentação?

Claro, mas não gosto que seja associado à vaidade.

Isso por que seu corpo é seu instrumento de trabalho, não é mesmo?

Sim, preciso estar muito bem preparado. Essa coisa de super-riquinhos não existe. Minha família é formada por professores. Não sou um super-riquinho.

Você tem acompanhamento de algum profissional, como nutricionista?

Nutricionista não, mas sigo as orientações de um médico ortomolecular, que me repõem principalmente vitaminas e minerais que não consigo suprir só na alimentação.

Você sentiu dificuldade em treinar com a alimentação do Big Brother?

Não era exatamente adequada para uma casa com tantos atletas. Não era ideal, mas já treinei para competições em situações até piores, de fome mesmo, até por falta de grana.

Você sentiu falta de alguma coisa especificamente? Qual foi a primeira coisa que quis comer quando saiu da casa?

Torradas com queijo, muito queijo. Mas, senti falta mesmo foi de cozinhar as coisas que gosto de comer.

Mas você cozinhou na casa?

Sim, mas não com os meus ingredientes.

E o que gosta de fazer para comer?

Arroz integral, bife com pimenta, berinjela e moranga caramelizada. Moranga caramelizada não é nada light! (risos) É, mas nunca tive problema com a balança. Se parar de treinar até emagreço! É coisa de metabolismo. Como feito o Obelix. Sou capaz de devorar um pudim inteiro e isso não faz diferença para mim porque sei compensar.

E o treino na casa? Muito leve para um atleta?

Sim, muito leve, mesmo com todo o peso foi mais para resistência. Trabalho muita força pura por causa da luta, mas na casa não dava.

Como é seu treino normalmente?

É uma mistura de muitas coisas. Aeróbico para manter o coração, força pura, Shorinji kempo (luta de monges não esportistas), judô, luta olímpica e boxe. Essas três últimas também participo de competições no meu estado. Busco o que há de melhor em cada modalidade e aplico como técnica.

Tem títulos?

Sim, vários. Campeão Gaúcho de judô Absoluto (qualquer peso) várias vezes e outros.

Você tem uma academia em Porto Alegre?

Tenho, com mais dois sócios. Ela parece uma academia dos Flinstones! (risos) As luvas são remendadas e muitas das coisas lá dentro foram doações. Mas formamos excelentes atletas.

Então não fazia muito sentido você ser considerado na Casa como do grupo dos Super-riquinhos?

Não sabia que a coisa aqui tinha tomado essa proporção. Não existe isso de super-riquinho. Sou professor, minha família é formada por professores, moro com minha avó que é professora aposentada. Não existe isso.

E o Clube do Boco (Dudu, Zulu, Buba e você)? Amigos para sempre?

Não digo para sempre, porque nem relacionamentos são para sempre. Mas são amigos muito queridos, pessoas em quem confio. O Zulu e o Dudu estavam me esperando no hotel no dia em que saí da casa. Temos nos encontrado sempre e saímos também.

Quais seus planos para daqui para frente?

Ainda não sei. Não sei direito nem o que está acontecendo agora. Não esperava por isso.

Mas você tinha visto as edições anteriores do programa, não tinha?

Tinha, mas não atinei para a coisa.

Está gostando da fama?

É divertido, mas meus pés estão no chão.

E os convites? Alguma proposta de posar nu?

Isso é uma coisa que não me passa pela cabeça. Não faria isso por dinheiro. A pessoa tem que gostar. Não é um tipo de assédio que quero para mim. Tenho recebido um carinho muito grande de crianças. Não gostaria de dar esse exemplo.

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