Mônica Waldvogel

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Mônica Waldvogel

Jornalista, apresentadora, Mônica Waldvogel tem uma carreira sólida e espaço garantido na telinha.

No ar com o programa Saia Justa, na televisão a cabo GNT, e agora também no SBT, Mônica confessa que a TV cobra muito esteticamente de seus profissionais. Para manter a forma ela "foge" dos doces, sua maior tentação.

ENTREVISTA AO CYBER DIET

Como é a sua relação com a alimentação? Você é muito gulosa? É do tipo de pessoa que pensa em comer o dia todo?

Sou razoavelmente gulosa, de caráter fraco em matéria de doces. Preciso manter a geladeira abastecida apenas de frutas e alimentos diet porque se houver qualquer coisa realmente boa por lá, passo o dia beliscando até acabar com a iguaria.

Que tipo de culinária é a sua predileta?

Ando apaixonada pela culinária thai, com seus temperos agridoces, sabores curiosos. Mas, não dispenso um belo molho por cima de um prato de massas. E adoro os risotos.

Qual o prato que dá água na boca e faz você até se esquecer das calorias?

Doces à base de chantilly com merengue, molhos de chocolate, patisserie francesa com amêndoas, quindim e bombom crocante. Como você vê, se deixar eu pego pesado!

Você cozinha? Quais suas especialidades?

Sou bem fraquinha na cozinha. O único prato que faço para meus amigos é o risoto. Dispensa acompanhamentos e é fácil variar.

Pode nos dar uma receita que você costuma fazer sempre? Tem alguma história peculiar que envolva este prato?

Minha receita de risoto não tem nada demais, é igual a todas as outras. Quem me ensinou foi uma amiga querida, a Ângela, maravilhosa cozinheira. No dia em fui fazer minha estréia no fogão tinha tantas dúvidas, mas tantas, que ela teve de mandar um e-mail ensinando tim-tim por tim-tim cada um dos passos da feitura do prato. Deu certíssimo.

Você já fez algum tipo de programa alimentar? Teve (ou ainda tem) acompanhamento de um nutricionista?

Estou tentando um programa alimentar neste momento, elaborado pela nutricionista Adriana. Ela montou um cardápio muito interessante, com certo sotaque mediterrâneo, que introduziu novos temperos e sabores na comida de todo dia.

Como é seu cardápio diário? Evita muitos alimentos?

Tenho de me esforçar bastante para ficar longe dos doces, claro. Diminuí também o consumo de carboidratos. Não tenho grande problema com o controle do consumo de gorduras, já que venho reduzindo a freqüência de carnes e queijos na minha dieta quase que espontaneamente. Também não ligo muito para refrigerantes e bebidas alcoólicas. Deixo para as ocasiões especiais.

Você considera que tem um bom condicionamento físico?

Faço exercícios aeróbicos e musculação três vezes por semana, suficientes para me deixar apta para trekking nas férias e feriados. Mas planejo incluir ioga ou pilates no meu programa semanal.

Você treina com um personal trainer?

Sim, tenho um personal que me tira da cama às sete da manhã! Foi o único jeito de me obrigar a pôr o exercício na rotina. Antes do professor Zezinho, minha atividade predileta era fazer matrícula em academia. Só matrícula!

Você faz algum tratamento estético para manter a forma? Qual o seu ritual diário de cuidados com a beleza?

Para o corpo, apenas a ginástica e hidratantes. Para o rosto, os cuidados são maiores. Sigo religiosamente as prescrições da dermatologista (retinol, elastinol, DMAE) e faço alguns tratamentos com ácidos glicólico e salicílico. O resultado é ótimo.

O que mais inspira preocupação? Rosto, cabelos, pele, peso etc.

Tudo, não tem muito jeito. Mas é preciso lidar com serenidade com a passagem do tempo. Tentar ficar na melhor forma possível para a idade que se tem e não buscar desesperadamente fazer o relógio andar para trás. Aceitar-se e receber as mudanças faz bem para alma e para a pele. No mínimo, evita-se uma atitude patética de querer parecer o que não se é.

Já fez alguma intervenção cirúrgica para correção estética?

Ainda não. Os tratamentos são para adiar o mais possível a cirurgia plástica.

Dizem que a melhor idade das mulheres é quando elas atingem os 40 anos. Você se sentiu especialmente mais feminina depois dos 40? O que mudou?

Senti-me muito bem, madura e tranqüila, sempre com novos planos e projetos para correr atrás. Em muitos aspectos, fiz as pazes comigo mesma, aceitando limites e identificando pontos a serem trabalhados, melhorados.

Como você se vê daqui a 20, 30 anos? Você tem medo de envelhecer?

Daqui a esse tempão todo, espero ser uma senhorinha bem charmosa, com os cabelos brancos cortados curtos e bem repicados, usando vestidos compridos com bijuterias étnicas, de bem com a vida. E comendo os doces que não me permito agora!

Você acredita que existe uma cobrança exagerada quanto à estética para as mulheres?

Acho que sim e isso enlouquece as mulheres. Mas, é estranho. Acho que a maior cobrança vem das outras mulheres. Das amigas que estão sempre dizendo faça isso, faça aquilo. Coisa que também faço eventualmente, diga-se de passagem. A gente se vê nas outras mulheres da mesma geração e tem o delírio de achar que é possível controlar a força da genética, dos anos. Admiro muito aquelas mulheres felizes que parecem dizer com seu jeito de ser: não estou nem aí!

Você, por exemplo, que trabalha com a televisão, sente-se pessoalmente muito cobrada com a questão estética? Existe a necessidade de estar sempre jovem, pelo menos aparentemente?

Claro que sim. Por isso me cuido bastante.

Que tipo de conselho você daria para as mulheres com mais de 40 anos?

Vá ao dermatologista conhecer as novidades e desconfie do Botox.

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