Patrycia Travassos

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Patrycia Travassos

Crédito da foto: Munir Chatack

Qualidade de vida. Estas palavras estão diretamente ligadas a Patrycia Travassos. Desde 1996, ela comanda o programa "Alternativa Saúde", no canal a cabo GNT. Segundo a própria a atriz, é a cara dela.

Na atração, Patrycia procura mostrar que é possível ter qualidade de vida, mesmo na correria do dia-a-dia. Na televisão, ela já participou de diversas novelas de sucesso, como "Vamp", "Vira Lata" e "A Próxima Vítima", todas na TV Globo, desde a década de 70. Além de atuar e apresentar, Patrycia Travassos arruma tempo para escrever crônicas para a revista "Marie Claire", cuidar do corpo e da mente.

ENTREVISTA AO CYBERDIET Você segue alguma dieta especial?

Eu sou vegetariana desde pequena, desde seis ou sete anos.

Nunca gostei de carne. Há pouco tempo comecei a comer peixe, mas só faço isso às vezes e só em restaurantes muito bons, para disfarçar o gosto do peixe. Não como nenhum bicho, nada que voe, nade. Não como siri, lagosta, camarão, nunca experimentei essas coisas. Sou vegetariana mesmo.

Tem algum cuidado especial com o corpo? Faz exercícios?

Eu faço, claro. Às vezes, não dá tempo por causa do trabalho, mas sempre que posso eu faço. No momento estou fazendo pilates e exercícios aeróbicos em casa ou em academia, como spinning e caminhada na esteira. Não é que eu tenha prazer em fazer, mas faço. Prazer mesmo eu tenho em fazer pilates, eu adoro!

Algum cuidado com a pele e os cabelos?

Nunca tive. Comecei a ter de uns tempos para cá, mas nada de muito especial. Na pele, eu passo cremes. Nos cabelos, eu faço hidratação de vez em quando. Tomo os cuidados normais de quem pinta os fios.

Nunca, mas eu mudaria numa boa. Porém, se fosse um personagem que eu tivesse que engordar 30 quilos, só faria se fosse muito bem paga e tivesse uma assessoria muito boa, que me ajudasse a emagrecer depois.

O que costuma fazer para relaxar?

Eu tenho uma técnica, a Técnica de Expansão de Consciência. É um sistema que se chama Isha. É uma prática interna, como se fossem mantras. São atitudes internas que você fica repetindo.

Você apresenta o programa "Alternativa Saúde", no GNT. Como é essa experiência?

Eu já apresento o programa há 11 anos. No início, era para ser só seis meses, depois ele foi crescendo. No começo, eu ia até lá e só apresentava o programa, fazia as entrevistas. Mas em seguida comecei a me envolver mais com a reunião de pauta. Eu já fazia terapia de massagem, medicina complementar, alimentação saudável. Lia muito sobre qualidade de vida. Então, tinha um certo know-how e fui me envolvendo mais com o programa. Tanto que as pessoas que me conheciam falavam "Nossa, o programa é a sua cara". O programa tem a ver comigo, por isso fui chamada para fazer.

O programa fala sobre como ter uma vida saudável na correria do dia-a-dia. O que você faz para ter uma rotina saudável?

Eu sou completamente igual a todo mundo. Gosto de comer pizza, brigadeiro, tomar coca-cola, mas não faço disso uma rotina. Uma vida saudável é um conjunto de fatores, por exemplo, a forma como você pensa ou se entrega às emoções negativas. Qualidade de vida é um conjunto, é algo que você não compra, não lê. Você faz e vai aprendendo. Não tem isso de "já estou no topo, já sei tudo". O programa para mim é uma aula, eu vou aprendendo um monte de coisas.

Como concilia a vida de atriz com a de apresentadora?

Sempre foi assim. Sempre fiz as duas coisas. Nunca uma acabou para outra existir, elas não são contraditórias. Por ser atriz, consigo me dar bem no trabalho, porque eu tenho técnicas de falar, memorizar.

Quando você chegou aos 50 anos, sentiu alguma diferença no corpo?

Senti. Você começa a notar diferenças quando chega aos 45, mais ou menos. As coisas começam a mudar, a pele, o organismo.

Você faz reposição hormonal?

Fiz um tempo, depois parei e agora eu faço uma bem light, a reposição Bioidêntica. Ela não é química, mas eu acho que é necessário fazer reposição hormonal. Mas precisa procurar um bom especialista para indicar o tratamento. Eu sou uma pesquisadora de médicos. Os novos, que têm uma leitura mais holística, eu gosto bastante. Gosto de médicos que te olham como inteiro, não gosto de quem não conversa, só fica ali no computador e não olha para você.

Você tem livros publicados e é cronista da revista "Marie Claire". Como surgiu essa relação com a escrita?

Sempre existiu essa relação. Eu acho que ficou mais clara com o tempo. Eu já fiz dois livros de crônicas. Depois do primeiro é que fui convidada para escrever para a "Marie Claire".

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