Não fique aí sentado!

Não fique aí sentado

O primeiro trimestre de 2007 completou seu percurso. O segundo trimestre nos sorri com mais três meses desconhecidos. Um oceano de possibilidades, incluindo dias repletos de sol e algumas tempestades com ventos uivantes e ondas gigantescas, se estendem por sobre as águas inexploradas. Se não formos prudentes, poderemos ficar com tanto medo dos prováveis perigos, tão preocupados com a segurança, que perderemos a aventura.

Ficar sentados inertes na cadeira da praia é uma opção, claro. Alguém que, olhando o horizonte, cogita possibilidades que começam com "Algum dia..." ou "Dentro de um ano ou dois, eu vou...", mas depois se recosta e continua só observando. O que teria acontecido se Cristóvão Colombo ficasse satisfeito em construir castelos nas praias da Espanha?

Sabemos que algumas pessoas ficam um tanto fora de si ao decidirem que uma mudança é necessária. Foi o que aconteceu com Larry Walters. O caminhoneiro de trinta e três anos se mantivera sentado, sem fazer nada, semanas a fio, até que o tédio tomou conta dele. Isso foi no verão (americano) de 1982. Então, decidiu pôr um ponto final nessa situação, e para isso precisava de uma aventura. No dia 12 de julho daquele ano, em San Pedro, Califórnia, amarrou quarenta e dois balões a uma cadeira de jardim e alçou vôo. Armado com um revólver que atirava bolinhas, a fim de furar alguns balões se subisse alto de mais. Walters ficou chocado ao chegar a quatro mil e oitocentos metros tão rapidamente. Ele não foi o único. Pilotos surpresos informaram aos controladores de vôo perplexos terem visto "um sujeito numa cadeira de jardim flutuando no ar".

Passados aproximadamente quarenta e cinco minutos, Walters finalmente teve o bom senso de furar alguns balões, possibilitando um pouso seguro em Long Beach. Quando perguntavam a razão de ter feito algo assim tão estranho, Walters geralmente dava a mesma resposta: "Eu precisava fazer isso... não podia só ficar ali sentado".

Entre não fazer nada e tentar algo assim tão ridículo, há uma grande distância que vale a pena ponderar. Pense nas incontáveis oportunidades de inovar, de melhorar, de empreender de fazer diferença de realizar sonhos e alcançar metas.

O que você fará de diferente para ser um agente de mudanças e não vítima delas?

Devo advertir: Você precisará mudar... e isso não será fácil. Mark Twain estava certo quando disse: "O único ser que gosta de mudança é bebê com fralda molhada"

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