O Perigo das Bolachas

O Perigo das Bolachas

A obesidade, em muitos casos resulta da ingestão de alimentos calóricos e que não são utilizados

por necessidade do organismo. Ou melhor, fome.

Ela é resultado da fome psicológica, comer alguma coisa para compensar a ansiedade. Nesses momentos a pessoa procura algo automaticamente para lambiscar com o objetivo de desviar a atenção de algum problema que precisa ser resolvido ou não o aceita da forma que se apresenta.

Dentre os alimentos compensatórios e práticos temos uma variedade enorme de bolachas que pela mídia prometem o melhor sabor, a melhor textura, o melhor recheio e assim por diante.

A propaganda atinge a mente e como num passe de mágica assimila-se que é "impossível comer um só" e outros slogans. Em marketing chamamos isso de "meme", é como se fosse um vírus que dissemina pela mente e repetimos inconscientemente.

Existem vários tipos de bolachas para todos os gostos. Praticamente todas são muito calóricas, contém gorduras o que as deixa mais saborosas.

Por exemplo, a bolacha wafer de chocolate apresenta 502 calorias em 100 gramas. A bolacha de chocolate tem 472 calorias em cada 100 gramas. A bolacha simples de maisena tem 443 calorias em 100 gramas.

Para ser mais claro, uma bolacha recheada tem 75 calorias. Se fizermos uma comparação, seis bolachas dessas equivalem em calorias a uma refeição. Outras podem não ser tão calóricas, mas come-se demais.

Por experiência, todos sabem que uma criança ou até mesmo um adulto come praticamente um pacote de bolacha se estiver um pouco ansioso e assistindo televisão.

Esses tipos de alimentos dizem em suas embalagens e nas propagandas que são ricos em ferro, potássio, proteínas, fósforo, cálcio, fibras, mas para um bom resultado da ingestão desses nutrientes seria preciso comer bastante. E como fica a quantidade de calorias ingeridas? O que eles mais têm são carboidrato e gordura.

Outra consideração é que essas bolachas não interferem na fome. Depois de comê-las a pessoa ainda tem fome. Elas satisfazem apenas o desejo de comer algo, a "fome psicológica".

Uma boa orientação para as crianças é não deixá-las comer todos os dias.

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