Redes sociais podem ajudar a perder peso

Veja os prós e contras de seguir uma dieta com o empurrãozinho das redes

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Foto: FreeDigitalPhotos http://bit.ly/JHVdLe

Pessoas em momentos difíceis tendem a se sentir aliviadas quando estão na companhia de outras que passam pelos mesmos problemas. Quem deseja perder peso, por exemplo, sabe o quanto é complicado mudar os hábitos alimentares. As tentações estão por toda parte. E é nas redes sociais que quem está de mal com a balança encontra apoio.

O Facebook, a maior rede social do momento, está cheio de grupos formados por membros que desejam eliminar aquelas gordurinhas extras.

Dr. Fadlo Fraige, endocrinologista da Beneficência Portuguesa, afirma que estar em contato com outras pessoas que lutam pela mesma causa nos ajuda a seguir em frente. "Quando falamos sobre o assunto ele se torna menos penoso", garante o médico. "Principalmente quando se trata de uma doença cruel, como é o caso da obesidade", completa.

O endocrinologista ressalta que é preciso cuidado com a troca de informações, principalmente quando os assuntos são dietas e regimes. O especialista afirma que é preciso ter cuidado e não deixar de lado o marco divisório. "Não se deve nunca divulgar dietas. O que serve para uma pessoa provavelmente não serve para outra. Temos um metabolismo e necessidades diferentes", destaca Dr. Fraige.

Emagrecimento Saudável, é um dos grupos encontrados nas redes sociais. Este conta com 1.250 "curtir". Esta página usa o humor contra o excesso de peso, além de divulgar dezenas de exercícios. São fotos e quadrinhos motivacionais que fazem piadas com o próprio sofrimento. "Rir é o melhor remédio", se diverte Luanna Thálita, membro do grupo.

A causa do sobrepeso deve ser investigada por um especialista. "Embora estes grupos ajudem na questão motivacional, eles sozinhos não resolvem. É preciso uma avaliação médica de diversos especialistas. Nutricionistas, endocrinologistas e psicólogos têm que trabalhar juntos para combater a obesidade", afirma Dr. Fraige.

O especialista lembra a importância da informação. "Hoje estamos falando mais sobre esse problema. Acredito que a internet tenha muito a ver com isso", observa o endocrinologista. É recomendado que homens e mulheres façam avaliações médicas anualmente, mesmo que não apresentem nenhum sintoma.

Por Bianca de Souza (MBPress)

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