Avaliações para prescrição e orientação dos exercícios

Avaliações para prescrição e orientação dos exercí

É importante que sejam indicadas atividades adequadas às condições e necessidades de cada um.

Para prescrever exercícios físicos de maneira coerente, com intenção de afastar ao máximo a probabilidade de ocorrerem acidentes e de modo a atender adequadamente as necessidades e os interesses de seus praticantes, é necessário o conhecimento preciso do indivíduo em questão.

O esperado é que os profissionais voltados à prescrição e à orientação dos exercícios físicos encontrem na formação de qualquer grupo, variações individuais quanto aos aspectos fisiológicos, psicológicos e culturais que justifiquem uma atitude personalizada para cada caso.

Além da idade (que não é mais fator primordial, visto que um aluno idoso e ativo pode ter um melhor condicionamento do que um aluno jovem e sedentário) e do sexo, essas variações são atribuídas basicamente ao estado de saúde, aos hábitos de vida e, sobretudo, as experiências anteriores quanto à prática de exercícios físicos e conseqüentemente, aos níveis de aptidão física.

Portanto, estar informado quanto a essas variações individuais, mediante avaliação das reais condições individuais, torna-se fundamental para a determinação do potencial de cada um.

Com base nessas informações, devem ser estabelecidas às características iniciais dos esforços físicos a serem desenvolvidos, promovendo, na seqüência, as eventuais modificações necessárias.

A falta de avaliação prévia que venha a subsidiar as decisões na proposição dos exercícios físicos pode acarretar esforços físicos não adequados, levando ao desencorajamento para realizar as atividades programadas. Prescrições incorretas também podem levar à desgastes funcionais e metabólicos indevidos, induzindo à fadiga excessiva, psicológica e física, a graves lesões ortopédicas e ao risco de precipitação de acidentes cardiovasculares.

As informações contidas nas avaliações voltadas à prescrição dos exercícios incluem essencialmente exames médicos com análise dos fatores de risco predisponentes às doenças crônico-degenerativas e do perfil dos níveis de aptidão física direcionada à promoção da saúde, além de outras avaliações como avaliação do biótipo e da postura.

A principal causa de desistências nos estágios iniciais dos programas de controle de peso corporal está associada ao desconforto provocado por determinado tipo de exercício que, naquele momento, pode ser contra-indicado para as condições apresentadas pelo aluno. A avaliação irá indicar as atividades mais adequadas a cada indivíduo naquele momento.

Cada organismo poderá reagir aos estímulos dados de forma peculiar, por isso a avaliação deve ser individual. O progresso na adaptação aos exercícios e o alcance do resultado final também varia entre um indivíduo e outro não ocorrendo no mesmo ritmo para todos. Acompanhar este progresso é muito importante, pois novos estímulos deverão ser dados baseados em avaliações constantes que devem ser feitas regularmente.

Depois da avaliação, a eficácia do programa consistirá na combinação adequada dos componentes: freqüência, duração e intensidade dos esforços físicos.

A avaliação deverá ser feita por um especialista em avaliação física em academias, laboratório e clubes, já os componentes do programa a ser desenvolvido poderão ser esquematizados pelo Professor de Educação Física ou Personal Trainer junto ao aluno.

Assim, se torna indispensável fazer uma avaliação física antes de iniciar qualquer atividade física mesmo que você resolva fazer exercícios em casa ou mesmo caminhadas na rua.

Comente

Últimas