Confira as tendências para ficar em forma até o verão

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Confira as tendências para ficar em forma até o ve

Há pouco menos de três meses do verão, muita gente já está preocupada em perder algumas gordurinhas adquiridas durante o inverno e colocar o corpo em forma para uma estação que tem tudo a ver com o movimento e com a saúde.

Segundo Vanessa Mantovani, professora de Educação Física e coordenadora da área de ginástica da Cia Athlética, unidade de Campinas, quem quer perder peso deve tomar algumas precauções, como evitar fazer exercícios em ambientes abafados e horários muito quentes. "Muita gente

acha que é bom correr debaixo do sol a pino pois o corpo transpira bastante e que isso é sinônimo de queima de gordura. Na verdade, o organismo está transpirando além do normal para tentar manter o corpo numa temperatura adequada, o que acaba causando desidratação", explica.

A professora recomenda atividades de longa duração mas de baixa a moderada intensidade, como caminhar, nadar ou andar de bicicleta. Para quem está iniciando uma atividade física, o período deve se estender por cerca de 20 minutos. Com o passar dos dias, o exercício pode chegar a até uma hora e meia, porém, sempre em horários mais frescos e procurando manter o corpo bastante hidratado. "Toda atividade cíclica tem um efeito bastante positivo na queima de calorias e consequente perda de peso, o que acaba ajudando na questão estética também", diz Vanessa.

Segundo ela, três meses é tempo suficiente para que uma pessoa sedentária possa ficar em forma. É claro que não se deve esperar resultados milagrosos, mas, com certeza, a diferença para melhor será visível. "Quando uma pessoa que não pratica nenhuma atividade física começa a malhar, ainda que de maneira moderada, os resultados aparecem rapidamente", assegura. No entanto, as pessoas precisam aprender a respeitar seus limites. O estímulo físico não pode ser fraco demais pois não vai causar nenhum impacto no corpo, mas também não pode ser muito forte para que a pessoa não se lesione. O estímulo deve ser de moderado a forte, de acordo com o limite de cada um.

Tendências - Nas academias, a ordem agora é descomplicar. Exercícios mais simples, que não exijam muita coordenação motora da pessoa, mas que mantenham a intensidade, associados a outros elementos, como a dança, estão dando o tom nesse momento. "A gente percebia que muita gente desanimava depois de algumas aulas por não conseguir acompanhar os exercícios, pois exigiam muita coordenação motora. Partindo dessa constatação, resolvemos tornar as aulas mais dinâmicas e criativas, mas mantendo a intensidade, exigindo do condicionamento físico do indivíduo", afirma Vanessa.

A dança, associada a exercícios de força isométrica, também é uma novidade. A professora explica que esses exercícios fazem com que o indivíduo exerça uma força sem causar movimentos nas articulações. Um exemplo desses exercícios é a força que se faz ao tentar empurrar uma parede. A pessoa faz força, mas não movimenta a musculatura. Esse tipo de atividade física evita lesões e auxilia na recuperação de regiões lesionadas, ajudando a fortalecer a musculatura que as envolvem. Além disso, a combinação com a dança aumenta a flexibilidade do praticante. "Essas aulas funcionam baseadas num tripé: o movimento da dança combinado com o desenvolvimento da força isométrica e a flexibilidade. A ginástica de alto impacto agride as articulações e muitas pessoas não estavam preparadas para isso. Com essas novas práticas, as aulas ficaram mais ponderadas, com exercícios intensos, mas não lesivos", informa.

Outra novidade é a utilização de diversos materiais durante as aulas como bolas de vários tamanhos e pesos, destinadas a desenvolver diversos objetivos. Bastões, borrachas e plataformas também são utilizados para dar maior motivação aos praticantes e tornar as aulas mais dinâmicas e eficientes.

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