Tenha mais qualidade de vida praticando Yoga

Conheça mitos e verdades sobre a técnica

Tenha mais qualidade de vida praticando Yoga

Com certeza você já ouviu falar muito sobre a yoga, uma técnica que ajuda na meditação e no equilíbrio do corpo e da mente. Muitos famosos como Alanis Morissette, Fernanda Lima, Nelson Freitas e Juliana Didone dizem ser amantes da yoga. Os praticantes afirmam que os movimentos promovem ampla sensação de estar bem consigo mesmo, o que ocasiona uma segurança maior para realizar até as atividades normais do dia a dia.

"A força e a flexibilidade são os destaques dessa modalidade, que promove melhorias no sistema respiratório e auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares, estresse e ansiedade. As pessoas que praticam yoga aparentam mais disposição e animação", conta Sânio Gomes, professor de yoga do Centro de Bem-Estar e Fisioterapia Levitas.

Existem diversas modalidades de yoga e a partir daí foram surgindo diversos mitos sobre o assunto. Para você que quer conhecer a técnica, relaxar e melhorar o seu condicionamento físico, mas não sabe o que é mito e o que é verdade sobre ela, esclarecemos alguns pontos para você.

Yoga pode ajudar bastante na qualidade de vida, inclusive melhorar o ânimo.

Verdade. Além de melhorar o ânimo, a yoga diminui a ansiedade e promove benefícios físicos como diminuição das dores no corpo, aumento da força, da flexibilidade, do alongamento e da mobilidade.

Sentir dores durante a prática da yoga não pode ser considerado normal.

Verdade. Temos que tomar muito cuidado com as dores que sentimos quando praticamos exercícios. Se a dor surge no momento em que o exercício está sendo realizado, o professor deve auxiliar o aluno e indicar a diminuição da intensidade, pois pode causar lesões mais sérias futuramente. Se a dor surgir após a prática e persistir por 24 horas após o exercício, neste caso pode estar relacionado ao esforço físico. Trata-se do processo de gasto de energia e eliminação de resíduos.

Homens não praticam yoga.

Mito. A yoga pode ser praticada por todos, sem exclusão de sexo, idade ou condicionamento físico.

É indicado praticar ao mesmo tempo os vários estilos da yoga.

Mito. Quando o aluno define um método deve permanecer. Só mude se você não se identificar com ele. Trocar de estilo constantemente compromete a evolução do praticante e deve ser evitado.

Estou acima do peso, mas mesmo assim posso praticar yoga.

Verdade. É possível praticar yoga mesmo estando acima do peso e os exercícios devem ser adaptados de acordo com as limitações físicas do praticante. É importante visitar um médico, fazer o exame ergométrico e receber a permissão para fazer a atividade física. Uma dica para quem quer perder peso é aliar a técnica a exercícios aeróbios, como caminhada e bike.

Yoga ajuda a combater a insônia.

Verdade. Existem os asanas (posição corporal típica da yoga) do Hatha Yoga que são considerados terapêuticos e minimizam o problema.

Como eu tenho problemas respiratórios, não devo praticar yoga.

Mito. As técnicas respiratórias da yoga são muito utilizadas na reabilitação respiratória. Elas ajudam na melhora da troca gasosa, eliminam o gás carbônico do sangue, promovem o equilíbrio do ácido básico do corpo, além de proporcionar um bom relaxamento, fortalecimento dos músculos expiratórios e aumento do aporte de oxigênio.

A yoga também previne doenças cardiovasculares.

Verdade. Mas não descarte em hipótese alguma fazer uma atividade aeróbia complementar, principalmente as que aumentam a frequência cardíaca.

Não tenho tempo de ir às aulas de yoga mais de duas vezes por semana e não vou obter os resultados esperados.

Mito. Para manter uma vida saudável e com qualidade de vida, recomenda-se ao praticante frequentar as aulas de duas a três vezes por semana, mas outras práticas como concentração e meditação podem ser realizadas a qualquer momento do dia.

"Vale lembrar que bebês, crianças, jovens, adultos e idosos podem se tornar adeptos da prática, porque nem sempre precisamos fazer asanas (posturas físicas) para estar praticando a yoga", lembra Sânio Gomes.

Marisa Walsick (MBPress)


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