Aditivos alimentares

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Aditivos alimentares

Os alimentos que ficam nas prateleiras dos supermercados apenas se mantêm durante o transporte e chegam à sua mesa em boas condições por causa principalmente dos aditivos alimentares. Dificilmente você encontrará na gôndola, alimentos que não tenham essas sustâncias - hoje são mais de três mil diferentes que conservam os alimentos.

Leites e sucos de frutas e até chocolate possuem aditivos. O "alimento dos deuses" que muita gente adora tem aquela forma e consistência graças à adição de parafina. Conforme o clínico geral, Alessandro Loiola, e ator de livros como "Além da Juventude - Guia para uma Maturidade Saudável", a ingestão dos aditivos todos os dias é permitido dentro de uma dieta balanceada. Antes de eles serem liberados para o uso, é realizada uma extensa análise nas indústrias dos possíveis efeitos tóxicos dessas substâncias para o organismo. Apenas são autorizados em concentrações que não ultrapassem o valor de ingestão diária aceitável.

Mesmo assim, Loiola afirma que é preciso ter atenção à alguns tipos, sempre discriminados nos rótulos. Apesar de a indústria chamar alguns deles de naturais, o médico ressalta que muitos agentes flavorizantes, utilizados para alterar o odor e paladar, às vezes recebem mais química do que os seus equivalentes artificiais.

"A tartrazina e a carmina, dois corantes bastante comuns, podem causar reações alérgicas como urticárias, congestão nasal e asma. O corante Vermelho Número 3 foi banido nos Estados Unidos por causar tumores na glândula tireóide em ratos, mas continua sendo utilizado em certos medicamentos e alimentos processados", adverte o médico.

Loiola também alerta sobre a gordura trans, proveniente de óleos vegetais hidrogenados, e usada como conservante para doces, cereais e biscoitos. "Elas podem elevar os níveis sangüíneos de colesterol e o risco de morte por doença coronariana". Já o glutamato monossódico, utilizado para intensificar o sabor em carnes pré-preparadas, molhos, sopas e alguns pratos da cozinha chinesa também é outro vilão. Segundo o médico, em algumas pesquisas, ele é apontado como causador de dores de cabeça, entretanto, nenhuma delas é conclusiva.

Nem mesmo as frutas e verduras vendidas nas feiras estão livres dos aditivos. Assim como os produtos industrializados que passam por vários processos químicos antes de chegar à mesa, em alguns casos, elas recebem conservantes usados pelos pequenos produtores.

Isso não indica que se deve abolir do cardápio todos os produtos com aditivos alimentares. "Apenas busque refeições mais frescas e naturais, e acima de tudo seguindo os princípios da reeducação alimentar". Conforme o Ministério da Saúde, os aditivos não são agentes causadares de doenças. Por meio da ANVISA, ele regulamenta e limita seu uso a alimentos específicos, na menor quantidade possível, para alcançar o efeito desejado; evitando assim, qualquer tipo de problema de saúde.

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