Alimentação no país da Copa

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Alimentação no país da Copa

Nossos jogadores terão o prazer de desfrutar das maravilhas da Ásia durante a Copa Mundial de 2002; alguns torcedores brasileiros, também estarão por lá. Os primeiros jogos que o Brasil vai enfrentar serão na Coréia do Sul, conhecida pela culinária apimentada e 'incomum'. A especialidade mais tradicional na culinária da Coréia é o 'Kimchi', um prato bastante apimentado, composto de picles e repolho. As carnes, inclusive de cachorro e vísceras de animais, podem ser consumidas e são muito apreciadas no país. Os jogadores, no entanto, não devem exagerar, afinal, a partida exige boa disposição.

No Japão, alguns cuidados também devem ser tomados: a equipe responsável por estipular o cardápio dos jogadores, terá que adequar os hábitos alimentares brasileiros, com as delícias da culinária japonesa. Associando o bom senso nutricional, com bom gosto, os jogadores não terão problemas.

A culinária japonesa é rica em peixes - alimento leve e rico em proteínas - que é ingrediente de muitas receitas e, também, consumido na forma crua (Sashimi). Há muitas preparações japonesas que envolvem leguminosas - soja e feijão; é o caso do Tofu (queijo de soja) e do Feijão Azuki (feijão vermelho utilizado para doces).

O arroz também é um alimento muito utilizado nas receitas japonesas em sushis (bolinho de arroz frio, temperado com vinagre e açúcar) e Okoshi (Arroz seco caramelado). Os jogadores precisam de muita energia, para se darem bem nos treinos e jogos da Copa, assim, poderão se deliciar com receitas que têm este alimento, que é rico em carboidratos.

Grande parte das preparações japonesas envolve verduras e legumes: abóbora japonesa (kabocha), broto de feijão (moyashi), broto de bambu (takenoko), cogumelos secos (shiitake), espinafre japonês (horenso) e raiz de lótus (renkon). Desta maneira, minerais, vitaminas e fibras não vão faltar no cardápio dos jogadores.

Mas atenção, todo cuidado é pouco. As iguarias orientais podem ser irresistíveis, mas devem ser degustadas nas horas de folga: "Nunca se deve experimentar pratos diferentes em dia de jogo." avisa Tânia Rodrigues, que já trabalhou como nutricionista em muitas academias e alguns clubes de futebol. "Este momento não é para experiências e sim para acertar, e acertar para ganhar. Por isso, não seria bom introduzir pratos típicos nos cardápios de treinos e jogos. Porém, se houvesse hábito anterior, os sushis seriam boas fontes de carboidrato (arroz) e o Yakissoba, um prato completo, com legumes, carnes e macarrão. O único problema seria convencer o cozinheiro a prepará-lo com menos óleo de soja...."

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