Bebidas - Cuidado com as confraternizações. Curta sem exageros

Bebidas  Cuidado com as confraternizações Curta se

O mês de dezembro lembra amor, alegria, paz, presentes, comida e muita, muita comemoração.

É a hora de você comemorar o ano que está se encerrando. Portanto, você não precisa - e nem deve - ficar de fora. Nossa sugestão é para você apostar no vinho. Uma ou duas taças já serão suficientes para você relaxar e brindar suas alegrias numa boa.

Então, para que você saboreie este bebida dos deuses, o Cyber Diet vai lhe contar a história do vinho e apresentar, para quem ainda não conhece, os tipos de vinho que existem no mercado.

História

Não é de hoje que o ritual de brinde e celebrações é realizado com vinho e champagne. Esta é uma das tradições mais antigas no mundo. Estima-se que o vinho tenha entre 7 a 8 mil anos, sendo o Oriente Médio seu berço. A descoberta do vinho aconteceu por acaso, por meio da fermentação de uvas armazenadas. Os gregos possuíam o costume de misturar diversas coisas no vinho, de água do mar até ervas e mel (hábitos retomados na Idade Média).

Cristo e os católicos o utilizam para simbolizar o Seu sangue. Os gregos e os romanos criaram divindades para homenagear (Dionísio e Bacco). Na Idade Média, a igreja, que já pregava seu consumo litúrgico, passou também a produzir, criando novos métodos.

Atualmente, o vinho é um produto cujas características variam conforme a região de origem. Bebida essencialmente natural, o vinho é o simples resultado da fermentação do suco de uva, por ação de levedos naturais que consomem os açúcares e os transformam em álcool e gás carbônico.

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Classificação dos vinhos no Brasil

  • Vinho de Mesa
  • Sofre somente uma fermentação, atingindo teor alcoólico médio. Se as uvas são tintas e a casca fica misturada ao suco de uva (mosto) durante a fermentação, o vinho fica tinto. Se a casca fica pouco tempo, o resultado é um vinho rosê. Se as uvas são brancas ou tintas, mas a casca é imediatamente retirada do mosto, o vinho fica branco. Ao longo da fermentação deixa-se escapar o gás carbônico produzido.

    O vinho de mesa será considerado seco - até 3g/l de glicose; suave - entre 3,1 e 20 g/l de glicose e doce - a partir de 20 g/l de glicose. E se apresentar no rótulo a palavra fino, será considerado de qualidade.

  • Vinho Espumante
  • Sofre duas fermentações a partir de um vinho base (duas uvas brancas e uma tinta sem casca), com a diferença de que se mantém o gás carbônico (que forma a espuma) na bebida, mais conhecida como champagne ou frisantes.

    Dom Pérignon, um monge beneditino, foi o criador do vinho espumante, há alguns séculos atrás, na França. Foi dele a idéia de usar rolhas para fechar as garrafas, misturar diversos vinhos para chegar a um vinho final de melhor qualidade.

    A Champagne é uma região demarcada da França e somente os espumantes produzidos nessa região recebem este nome. Os demais são mousseaux. Nenhuma bebida é tão elegante, tão mágica, comemorativa, ou festiva do que a champagne.

  • Vinho Fortificado
  • Recebe durante a fermentação uma quantidade adicional de álcool (conhecida como aguardente vínica), apresentando teor alcoólico elevado.

  • Vinho Licoroso
  • São produzidos ao se acrescentar ao mosto ou vinho parcialmente fermentado, licor de alta graduação (normalmente brandy).

    A produção de vinho é possível em toda zona temperada do mundo. A Itália é o maior produtor do mundo, seguido pela França e Espanha. No Brasil, o cultivo para a produção chegou no século XIX, com os imigrantes italianos no Rio Grande do Sul e espalhou-se para Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais.

    Combinando vinhos com pratos

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