Comidinha de Mãe...

  • Facebook
  • Pinterest
  • Twitter
  • Google+
Comidinha de Mãe

Bolinho de chuva no fim da tarde, macarronada de domingo, sopinha na cama quando se está doente, mingau de aveia no inverno, arroz e feijão quentinhos. Estas e outras delícias nos fazem lembrar da infância e de como é boa a comida da mãe, aliás da nossa mãe, não é mesmo?  

Com o passar dos anos vamos crescendo, nos tornamos independentes, vamos trabalhar, morar fora, cada um segue a sua vida, e fica cada vez mais difícil saborear a deliciosa comida da mamãe. Mas o cheiro, o gosto, o visual, faz lembrar exatamente como era aquele tempo. Não só a comida, mas o que fazíamos, o que gostávamos, com quem andávamos e etc.

A partir do que você come em casa, desde a infância, você adquire hábitos alimentares, sejam eles bons ou ruins. A infância é essencial para a aquisição dos hábitos alimentares porque é nessa fase que a criança experimenta os alimentos e aprende o equilíbrio entre os alimentos nas refeições e a quantidade adequada a consumir.

As crianças tendem a ser uma cópia dos pais. Por isso os pais devem estar sempre atentos e devem ensinar aos seus filhos como comer de forma saudável, já que isso vai influenciar na saúde, prevenção de doenças e na boa forma física. A boa alimentação da família é indispensável para estimular a formação de um hábito alimentar saudável na criança.

Para muitos esta tarefa não é nada fácil. Partindo do princípio que a educação é dada pelo pai e pela mãe ou responsável, entende-se que cada um teve uma criação diferente, com hábitos alimentares diferentes. Então como educar nutricionalmente a criança?

É importante que haja diálogo entre os pais e que juntos entrem em um acordo sobre o que será oferecido à criança, além de se esforçarem em ser bons exemplos. Duas palavras são importantes: limite e conhecimento. O limite é necessário tanto na quantidade a ser oferecida como nas escolhas acertadas e o conhecimento sobre alimentação saudável e balanceada.

É comum ver crianças fazendo careta para um prato de salada com verduras e legumes. Os prováveis motivos dessa rejeição estão nos hábitos alimentares dos pais, ou seja, muitas vezes a criança não gosta de determinado alimento porque os pais também não gostam ou devido à falta de incentivo dos pais, que como o filho rejeita uma vez o alimento, o pai desiste de insistir nas vezes seguintes.

Outro ponto fundamental é a aparência do alimento, que realmente faz a diferença. A apresentação do prato à criança influencia muito, por isso diversifique. Tanto na forma como ele é servido, quanto na cor, aroma, textura, etc.

Para aquelas mães que adoram agradar os filhos com pratos mais calóricos, como massas com molhos, bolos, tortas e outras gostosuras, muito cuidado, não é somente através da comida que você pode demonstrar ao seu filho o quanto ele é especial para você. De vez em quando fazer o prato que ele mais gosta é mais do que recomendado, mas cuidado com o exagero e a freqüência. Tudo que em excesso é prejudicial.

Cada mãe tem seu jeito especial de preparar e ensinar seu filho a comer. Cabe às mães a consciência de ensinar o que é nutritivo e realmente importante ao seu filho. Feliz dia das Mães! 

  • Facebook
  • Pinterest
  • Twitter
  • Google+

Comente

Últimas