Conheça o chocolate

Conheça o chocolate

Agosto é o mês do chocolate. E, para comemorar, Cyber Diet preparou para você um dossiê que vai acabar de vez com as dúvidas que você tem sobre essa delícia. Ele é o alimento dos desejos de nove entre 10 gulosos. Motivo de satisfação e culpa, o chocolate não é o único responsável pela obesidade. O chocolate contém substâncias importantes ao organismo do ser humano que são:

Flavanóides: antioxidantes que podem ajudar a manter o coração saudável e limitam a ação das lipoproteínas de baixa densidade. Esses flavanóides são denominados Epicatequias. Quanto mais escuro e amargo for o chocolate, maior a concentração desta substância.

1 barra de chocolate de 30 g = 6 maçãs

Cafeína e Teofilina: quando associadas podem prevenir a formação de coágulos no sangue, que causa os ataques cardíacos e derrames.

Minerais: contém alguns minerais como ferro, potássio, cobre, magnésia, manganês e tanino.

Triptofano: contém triptofano, um aminoácido e carboidrato que favorece a síntese de serotonina (neurotransmissor que exerce efeitos sobre o sistema nervoso) fazendo com que melhore o humor do indivíduo.

Ácidos Graxos: contem ácidos graxos saturados, geralmente são os principais responsáveis pelo aumento de colesterol no sangue. Estudos atuais evidenciaram que 34% da gordura da manteiga de cacau é composta pelo ácido graxo esteárico, que apesar de saturado não aumenta o colesterol, como as margarinas normais.

O consumo de chocolate favorece a liberação de peptídeos opióides, como das endorfinas e encefalinas que também estão relacionadas com a sensação de prazer. O chocolate diet pode ser uma armadilha para as pessoas que não souberem consumí-lo adequadamente, pois para manter a consistência sem a adição de açúcar, a quantidade de gordura é elevada, diferente do chocolate normal, portanto ele se torna mais calórico.

Chocolate diet engorda?

Sim, tanto o chocolate diet como os normais são bastante calóricos. No caso do chocolate diet não há adição de açúcar, mas, em compensação, a adição de gordura é superior ao chocolate normal, para garantir consistência. Esse chocolate torna-se bastante calórico e deve ser consumido por quem não pode ingerir açúcar, mas não por quem quer emagrecer.

O chocolate por si é um alimento altamente calórico, por isso é considerada fonte de energia. Praticamente metade do seu valor calórico provém dos carboidratos.

100 g de chocolate ao leite ou amargo representa aproximadamente 500 calorias.

Deve ser consumido com moderação por pessoas que têm tendências a azias, por causa de uma substância chamada teobromina. Recomenda-se que o consumo de chocolate deve ser de 30 g a 50 g por dia. Excedendo essa quantia, o que antes dava prazer, pode se acarretar num grande vilão, principalmente para as mulheres, o excesso de peso.

chocolate

História do Chocolate

O chocolate foi descoberto pelos mexicanos e depois introduzido na Europa pelos espanhóis. Os astecas preparavam uma bebida com especiarias chamada xocoatl, com grãos de cacau torrados, especiarias e mel. O cacau também era servido como uma pasta engrossada com farinha de milho, possivelmente o primeiro chocolate em barra.

Depois, os jesuítas criaram o chocolate mais refinado, adicionando a essência de leite, tornando-se o chocolate que conhecemos atualmente. Este produto era bastante "sofisticado" na aristocracia espanhola. No século XVII, o chocolate foi introduzido na corte francesa por Ana da Áustria. O rei Luis XIV dizia que tinha um sabor pobre.

O chocolate chegou à Inglaterra e a Igreja o considerava como alimento. Alguns médicos o consideravam como sendo mais nutritivo que a carne bovina e a de carneiro. Como resultado, os dias de culto tinham um sabor adocicado e as mulheres nobres da sociedade consumiam uma bebida à base de chocolate durante os sermões. A popularidade do chocolate cresceu e sua versatilidade foi descoberta e levada a todos os lugares do mundo.

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