A importância da doação de órgãos

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A importância da doação de órgãos

"Não chamem o meu falecimento de leito da morte, mas de leito da vida. Dêem minha visão ao homem que jamais viu o raiar do sol, o rosto de uma criança ou o amor nos olhos de uma mulher. Dêem meu coração a uma pessoa cujo coração apenas experimentou dias infindáveis de dor". Este é o trecho de uma carta anônima de um doador de órgãos divulgada no site da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).

Com vinte anos de existência, a associação luta pela conscientização da população a respeito da importância da doação de órgãos. Para ser doador, basta avisar sua família. É simples assim. Antes era possível carregar na cédula de identidade um aviso de que a pessoa era doadora de órgãos. Como isso não existe mais, é suficiente alertar os familiares sobre o seu desejo de doar os órgãos após o falecimento. De acordo com informações da ABTO, a família é quem autoriza a doação e ela pode ser feita em casos de morte encefálica.

Veja o caso da família do pequeno João Roberto de Amorim Soares, o menino de três anos que foi baleado por policiais no Rio de Janeiro, no último dia 6. Após a confirmação da morte cerebral, a família autorizou a doação de seus órgãos e duas crianças receberam as córneas do garoto.

Além das córneas, outros órgãos podem ser doados, como fígado, coração, pâncreas e rim. Até a pele pode ser transplantada. Em 2007, foram realizados 136 transplantes de coração e 997 de fígado, segundo a ABTO, mas a lista de espera por órgãos ainda é grande e muita gente precisa de ajuda.

Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO)

Tel.: (11) 3262-3353

abto@abto.org.br

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