Asma e exercícios

  • Facebook
  • Pinterest
  • Twitter
  • Google+
Asma e exercícios

Com a melhora da condição física através dos exercícios, o asmático pode suportar com mais tranqüilidade os agravos da saúde, pois aumenta sua resistência, fornecendo-lhe reservas para enfrentar as crises obstrutivas

Embora a asma seja uma doença conhecida há muitos anos, ainda não há uma definição universalmente aceita para a moléstia. Mas é correto dizer que a asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas em que as crises comprometem a respiração. Na asma, expirar é mais difícil do que inspirar, uma vez que o ar viciado permanece nos pulmões, provocando sensação de sufoco.

A asma acomete pessoas de qualquer idade. Porém, a maioria dos casos é diagnosticada na infância. Também é comum manifestar-se em pessoas de uma mesma família.

Falta de ar, chiados, tosses e sensação de "aperto no peito" são os principais sintomas que podem aparecem a qualquer hora do dia, entretanto, é mais freqüente a noite, de madrugada ou o início da manhã.

Às vezes, a pessoa que sofre da doença pode apresentar somente tosse. Em alguns casos, os sintomas aparecem exclusivamente quando o indivíduo faz algum exercício físico ou até mesmo quando ri muito. É importante salientar que a ausência de sintomas não significa que o asmático esteja sem a presença de obstrução ou inflamação em seus brônquios.

Conforme a situação da doença, os asmáticos podem levar uma vida absolutamente normal a maior parte do tempo, só apresentando sintomas em crises agudas nos meses mais frios do ano ou quando têm alguma infecção respiratória, como, por exemplo, gripes ou resfriados. Por esse motivo, é recomendado o uso de vacinas contra gripe para os pacientes com asma.

Atividades Físicas

Os exercícios respiratórios recomendados para esses pacientes têm por objetivo melhorar as funções ventilatória e respiratória e evitar o aumento do volume residual.

Já as atividades físicas motoras são importantes para a saúde física e mental dos pacientes de todas as idades. São essenciais para as crianças, pois proporcionam as experiências básicas de movimento, importantes no seu desenvolvimento.

Na adolescência, onde geralmente as atividades esportivas são mais intensas e competitivas, o asmático muitas vezes sente-se menos capaz. Devido a esse comportamento, o paciente evita atividades físicas/esportivas e assim torna-se realmente menos apto, por falta de prática e não por incapacidade física.

Com a melhora da condição física através dos exercícios, o asmático pode suportar com mais tranqüilidade os agravos da saúde, pois aumentam sua resistência, fornecendo-lhe reservas para enfrentar as crises obstrutivas.

A participação regular em programas de atividades físicas pode aumentar a tolerância ao exercício e a capacidade de trabalho, com menor desconforto e redução de broncoespasmo. A orientação adequada proporciona também uma série de benefícios, entre eles a melhora da mecânica respiratória, prevenção e correção de alterações posturais, melhora da condição física geral e prevenção de outras complicações pulmonares.

Somente as atividades físicas adaptadas não constituem o tratamento da asma. A medicação e os cuidados com o ambiente também devem ser feitos. Isso vale principalmente para as crianças, pois caso elas não tenham a doença controlada, não são capazes de acompanhar e se beneficiar de um programa de exercícios físicos.

A participação regular em programas de atividades físicas só aumentam a qualidade de vida do paciente, a tolerância ao exercício e, principalmente, a capacidade de trabalho com menor desconforto e broncoespasmo.

  • Facebook
  • Pinterest
  • Twitter
  • Google+

Comente

Últimas