Como as emoções interferem nos hábitos alimentares

Como as emoções interferem nos hábitos alimentares

Vivemos hoje uma situação de estresse constante que está levando muitas pessoas à depressão. A mídia oferece múltiplas informações sobre alimentação, ou melhor, sobre pratos deliciosos, os mais variados possíveis. Em contrapartida, a mesma mídia apresenta o culto ao corpo magro e sarado, com uma infinidade de métodos para emagrecer e de aparelhos que prometem diminuir medidas de forma mágicas.

Assim, os meios de comunicação estão bombardeando as pessoas com temas de nutrição, alimentação, reeducação alimentar, dietas emagrecedoras, gastronomia, culinária, fast food, alimentos funcionais, dietas preventivas e curativas, alimentos transgênicos e orgânicos, etc.

As contradições são constantes, gerando grandes conflitos na cabeça das pessoas. É lógico que a emoção do prazer vence a vontade de ser magro e saudável. As emoções da raiva, da tristeza e da alegria (com festas e confraternizações) também favorecem o caminho para a obesidade.

Como escolher o que é correto e saudável entre tantas emoções? Acontece também que não se tem tanto tempo para parar e pensar no que é bom para a saúde. Vive-se e come-se como pode, sem critérios inteligentes.

O caminho da emoção é muito mais cômodo e fácil do que o caminho da razão, do pensamento, abrigado no córtex cerebral e o grande diferencial entre ser humano e os animais.

Pensar associando necessidades, prazer e razão exigem atitudes definidas, maduras e um pouco mais de tempo. Não se acha tempo nem razão para fazer o certo, mas depois de fazer errado, acha-se tempo para as devidas correções em casos de doenças metabólicas (diabetes, hipercolesterolemia), hipertensão arterial, infarto do miocárdio, etc.

É mais prudente e lógico prevenir do que remediar. Você que está lendo esta matéria certamente está procurando conhecimentos de como fazer o correto, o melhor para você. O melhor para combater a obesidade é reeducação alimentar, exercícios físicos e lidar com suas emoções.

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