Controle da pressão arterial reduz chances de Alzheimer

Tratar a pressão sanguínea de forma geral ajuda na redução do risco de Alzheimer

Controle da pressão arterial reduz chances de Alzh

Pesquisadores americanos descobriram que as pessoas que têm hipertensão não controlada correm mais riscos genéticos de ter a doença de Alzheimer.

A comprovação foi feita após um estudo em 147 pessoas com idades entre 30 e 89. O grupo se submeteu a um exame de ressonância magnética e PET, imagem cerebral, para detectar os níveis de amilóide no cérebro, bem como testes cognitivos e pressão arterial.

Os estudiosos identificaram que os participantes tiveram a pressão arterial elevada. E os que já apresentavam hipertensão puderam controlá-la com medicamentos. Os pesquisadores também notaram que os participantes do estudo tinham o gene ApoE e4, conhecido por estar associado com a doença de Alzheimer, e transportado por cerca de uma em cada cinco pessoas.

O pesquisador e professor assistente na Universidade de Texas Dallas Center for Vital Longevidade, Dr. Karen Rodrigues, explicou em um comunicado enviado pela universidade que "identificar os fatores de risco mais importantes para a deposição amilóide em adultos aparentemente saudáveis será fundamental para o avanço dos esforços médicos voltados para a prevenção e detecção precoce de doenças."

Segundo especialistas, tratar a pressão sanguínea de forma geral ajuda na redução do risco de Alzheimer, uma vez que a hipertensão eleva as chances da doença. Os estudiosos acreditam que o tratamento ajuda a reduzir o risco de pequenos derrames cerebrais, que levariam à demência mais facilmente.


Por Natalia Farah

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