Estudos revelam relação dos alimentos com o Transtorno Bipolar

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Pesquisas indicam que o uso de alguns suplementos nutricionais podem auxiliar no tratamento

Estudos revelam relação dos alimentos com o Transt

A variação constante de humor de uma pessoa com intercalações de períodos de normalidade caracteriza-a como portadora do transtorno bipolar. Isso não quer dizer que se uma pessoa acorda feliz e vai dormir irritada significa que tenha o problema. O diagnóstico deve ser feito com muito cuidado por um médico qualificado. A partir de um histórico clínico ele vai observar as oscilações bruscas entre euforia e depressão.

Os sintomas mais comuns do transtorno bipolar apontam para uma alegria duradoura e exagerada, sensação de ter poderes especiais, otimismo e confiança em excesso, irritabilidade e impaciência, distração fácil, aumento do desejo sexual, insônia e em casos mais graves delírios e alucinações, abuso de álcool e drogas, ideias de suicídio, desinibição exagerada e comportamentos inadequados.

Nessa lista aparecem também um súbito aumento ou diminuição do apetite, além de comportamentos errados ao comer. Tanto que pesquisas indicam que o uso de alguns suplementos nutricionais pode auxiliar no tratamento.

Os suplementos mais indicados são os de vitamina C, aminoácido taurino e Omega-3. No entanto, eles só devem ser consumidos sob orientação médica ou de um nutricionista, uma vez que as doses indicadas são muito elevadas.

Estudos indicam ainda que indivíduos que sofrem de distúrbio bipolar apresentam algumas deficiências nutricionais, como a anemia e deficiência de vitaminas do complexo B, excelentes no funcionamento do organismo.

Elas costumam ser encontradas em quase todos os alimentos que consumimos, entre eles, legumes, verduras e vegetais. Alguns exemplos são a gema de ovo, fígado, excelente inclusive para combater a anemia, peixe, pão integral, cereais, castanha do Pará, feijão e leite. Já o consumo de cafeína, açúcar, além de dieta pobre em nutrientes tem efeitos negativos e aumenta a flutuação de humor dos portadores.

É importante sempre frisar que, nesse caso, nada substitui uma consulta médica e o acompanhamento de um profissional no controle da doença. Só os médicos podem dar o diagnóstico certo e prescrever medicamentos eficazes no controle do transtorno a fim de que o paciente tenha uma vida saudável.

Natália Farah


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