Hipertensão na gravidez

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Cuidados mantém a saúde das mamães e dos bebês

Hipertensão na gravidez

A pressão alta na gravidez é um perigo para mamães e bebês. Conhecida na medicina por pré-eclâmpsia, ela vem acompanhada da eliminação de proteína na urina. Essa complicação começa depois da 20ª semana de gravidez e se não tratada adequadamente pode trazer sintomas mais graves como convulsões e inchaços, colocando ambas as vidas em risco.

Não existe uma única causa para o problema. Há o consenso de que seja resultado, entre outras coisas, da má adaptação do organismo materno a sua nova condição. Outros motivos são a alimentação desequilibrada, com o excesso de sal, e o sedentarismo. Mas os principais agravantes da hipertensão são os hábitos alimentares, embora o começo do problema esteja na formação da placenta.

Além de a mulher ter pressão sanguínea muito alta, dores de cabeça e abdominais, surgem escotomas (visão comprometida com pontos brilhantes) e inchaço em todo o corpo que indicam que o quadro da gestante é sério e merece cuidados médicos de pronto.

Mulheres que engravidam tardiamente costumam ter mais chances de desenvolver o problema. De modo geral, são mulheres que trabalham muito e esperaram a estabilidade para engravidar. Por isso também são mais estressadas, sofrem muita pressão e, comumente, ingerem muito café. Esse é um público cativo da hipertensão na gestação.

Quando a pressão não consegue mais ser controlada com o auxílio de remédios e os outros sintomas da eclâmpsia estão evidentes, não existe outra saída: o nascimento do bebê precisa ser acelerado com um parto induzido. Caso contrário, o pequeno e a mãe correm o risco de morte.

Recomendações importantes!

Cuidar do corpo e da mente é essencial para quem busca uma gravidez tranquila e saudável. Não é possível fugir da hipertensão crônica, mas existem sim maneiras de manter a saúde sob controle. Uma boa alimentação, praticar atividades físicas, evitar ganho excessivo de peso, dormir bem, fazer exercícios de relaxamento, além de um pré-natal adequado, e seguir as orientações médicas a risca são atitudes que, com certeza, vão fazer a diferença para você e para seu bebê.

Quem já era hipertensa deve estudar soluções para assumir as rédeas do problema durante a gestação, sempre com orientações do ginecologista e cardiologista.

Outra providência é aumentar a suplementação de ácido fólico. As futuras mamães que já tinham hipertensão antes de engravidar não se enquadram nos casos de doença hipertensiva específica da gestação, que geralmente se restringe a esse período. No entanto, a partir do momento em que a pressão não para de subir, os sintomas e os procedimentos adotados pelos médicos são similares aos da pré-eclâmpsia e da eclâmpsia.


Por Natália Farah

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