O que o paciente com esquizofrenia deve saber?

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Entre as dicas estão procurar ajuda médica, buscar terapias de apoio e tomar os medicamentos corretamente

O que o paciente com esquizofrenia deve saber

A complexidade da esquizofrenia, transtorno mental com prováveis causas genéticas, uma vez que não se sabe ainda ao certo a origem, ainda é vista com preconceito na sociedade. A doença manifesta-se de diversas formas, como delírios, alucinações, incoerências, apatia, comportamento hiperativo, e nenhuma é comum a todos os pacientes.

O acompanhamento de profissionais qualificados para diagnosticar a doença é inquestionável. Como os sintomas desenvolvem-se lentamente durante meses ou anos, todos os sinais que fogem do comum devem ser levados em consideração pelos familiares, amigos, pessoas próximas e os próprios pacientes.

Grupos de apoio ajudam esquizofrênicos e familiares

A terapia de apoio pode ser útil para muitas pessoas com esquizofrenia. Há diversos programas sociais que oferecem técnicas comportamentais, como o treinamento de habilidades sociais, que podem ser usadas para melhorar as atividades sociais e profissionais. Aulas de treinamento profissional e construção de relacionamentos são importantes.

Os familiares de uma pessoa com esquizofrenia devem ser informados sobre a doença e receber apoio. Os programas que destacam os serviços de apoio social para pessoas necessitadas podem ajudar aqueles que não recebem apoio da família ou de conhecidos.

Algumas atitudes são fundamentais para pacientes com esquizofrenia, que devem saber, por exemplo:

• Tomar os medicamentos corretamente e lidar com os efeitos colaterais;

• Reconhecer os sinais iniciais de uma recaída e saber como reagir se os sintomas retornarem;

• Administrar dinheiro;

• Usar o transporte público;

• Procurar ajuda médica caso vozes estiverem pedindo para ele se ferir ou ferir outras pessoas; se sentir desesperado ou desolado; vendo coisas que não existem; apresentar a sensação de não poder sair de casa ou mesmo não for capaz de cuidar de si mesmo.


Por Natália Farah

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