Videogames ajudam no tratamento do Mal de Parkinson

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Em Jundiaí, pesquisadores testam jogos no tratamento do Mal de Parkinson

Videogames ajudam no tratamento do Mal de Parkinso

Que relação pode haver entre os modernos videogames que usam sensores no lugar de controles com o Mal de Parkinson? Pois os aparelhos estão sendo importantes aliados no tratamento da doença, já comprovado em pesquisas recentes no Brasil.

Há um ano e meio, estudiosos da Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ) experimentaram jogos do Nintendo Fit Wii, que possui uma prancha com comandos sensíveis como acessório. A pesquisa foi feita em dez pessoas com idades entre 65 e 85 anos, em 16 sessões de 40 minutos cada.

Os pacientes precisavam de equilíbrio para vencer desafios propostos por cinco jogos: skate, slalom (esqui na neve), corredeira, simulação de arremessos de bolas e malabarismo de circo. A imagem era projetada em uma parede branca.

Com o videogame foi possível trabalhar a condição motora do paciente, o equilíbrio e a capacidade de percepção da mente. De acordo com a FMJ, o Parkinson tem como principal fator de risco o envelhecimento e gera alterações nas funções motoras e cognitivas.

Os pesquisadores contam que o mais difícil foi convencer os pacientes de que aquilo era um trabalho científico e não uma brincadeira. Logo os pacientes foram capazes de aprender a maioria dos jogos que lhe foram propostos.

E mesmo com habilidades prejudicadas pela doença, podem ter seu desempenho e suas demandas cognitivas e motoras melhoradas por meio do treino e com o auxílio da realidade virtual.

Natália Farah


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